MISS SIMPATIA: FEMINISMO EM ESSÊNCIA
Recentemente eu reassisti “Miss Simpatia”, pela milésima vez. Nunca me canso! É uma das minhas comédias românticas de conforto e eu acho ela sensacional. Mas assistir “Miss Simpatia” recentemente, tendo estado tão online quanto minha falta de paciência com a internet e meus olhos cansados de telas permitem, me fez notar a importância do discurso central da história pela primeira vez. E isso foi curioso! Tudo começou quando eu notei o sobrenome escolhido pela protagonista em um tom de deboche… “Freebush”. Levando em consideração que o ano era 2000 e Bush não só concorreu a presidência como ganhou e entrou em mandato em 2001, a ironia da coisa toda é fatídica. Outras pequenas alusões são bem curiosas… Lady Di tinha falecido em 97, depois de uma traição absurda de Charles com atual esposa, Camila. A atriz escolhida para o papel de vilã era semelhante a Camila, e estava fazendo tudo pelo poder, como entendedores da monarquia dizem que Camila fez. Obviamente, a rainha consorte Camila ...


